Mais uma vez a Ypióca mostra arrojo e sai com uma nova campanha tendo como tema o futebol e a Copa do Mundo.
O filme mostra o futebol e a Ypióca como duas paixões Brasileiras, e com trilha sonora interpretada pela banda Aviões do Forró. O filme entrou no ar esta semana, em horário nobre. O investimento declarado foi de R$4.000.000,00.
Parabéns à Ypióca que mais uma vez coloca-se à frente do mercado, investindo pesado e posicionando nossa cachaça, com o devido destaque, em horário nobre para milhões de brasileiros em todo território nacional.
Hoje lí um artigo no Portal Taste que me inspirou a escrever uma série – não sei quantos posts isso vai render – sobre bebidas com graduações alcoólicas “absurdas”. A matéria ésobre um rum austríaco, o Stroh, que tem 80° GL (80% Vol.) de graduação alcoólica. Acho que é a bebida mais forte que já provei!
Para iniciar a série, reproduzo a matéria do Taste. Boa leitura.
Brutal
Se você vai para a África do Sul, com certeza irá provar o rum austríaco Stroh. Curiosamente, apesar de ser um ícone da Áustria, a bebida é muito popular no país sede da Copa, e faz parte da tradição nacional, uma prova de que a bebida une os povos. Não obstante o aroma e sabor adocicados, a bebida é considerada uma das mais fortes do mundo, com um brutal teor alcoólico de 80%!.
Quando o austríaco Sebastian Stroh destilou seu primeiro rum, em 1832, no estado de Carinthia, ele não sabia que estava criando um verdadeiro ícone da cultura da Áustria. Esse forte rum de sabor diferenciado, feito a partir de melaço e cana de açúcar é produzido em três versões: o Stroh 40, Stroh 60 e Stroh 80, cujos números são referentes ao teor alcoólico. Seu sabor de açúcar torrado também é muito apreciado na gastronomia da Áustria, e a bebida é usada na produção de doces, conhecida por estar entre as melhores do mundo.
Por mais curioso que pareça, e apesar da distântia geográfica, o Stroh é uma das bebidas mais apreciadas na África do Sul. É praticamente impossível encontrar um bar que não ofereça shots e drinks preparados com o rum, que muitas vezes fica armazenado em lugares nobres, juntamente com champagne e vinhos raros, mostrando sua importância na cultura do país. Entre os mais populares drinks elaborados com o rum está uma versão mais moderna do tradicional Rum & Coke, e o Stroh Especial, que leva xarope de romã, lima e refrigerante de limão. Seu uso na gastronomia também é conhecido. O premiado chef David Bouley, do restaurante Danuse, apresenta um menu de sobremesas preparadas apenas com Stroh, para manter a autenticidade do sabor austríaco, que inclui o sorvete de Stroh, e Strudel de maçã com um toque da bebida.
O rum também é parte dos rituais de iniciação de novos membros nos moto-clubes sul-africanos, para confirmar sua coragem. A frase repetida para os candidatos é ‘se Stroh é muito forte para você, você é muito fraco para nós’!
Mês passado foi realizado o já tradicional “San Francisco World Spirits Competition”, uma das mais importantes competições de bebidas destiladas do mundo.
Este ano tivemos mais de 1024 destilados de 58 países. Literalmente um mundo de bebida.
Dentre esta infinidade de destilados tivemos a participação de diversas cachaças, inclusive com uma categoria exclusiva (se o mercado já reconhece a cachaça como uma bebida unica, o que falta para os orgãos de comércio fazerem o mesmo?) e a participação de marcas conhecidas, como a Germana e de marcas novas, como a Fazenda Soledade.
É desta última que desejo falar. Lançada no final do ano passado, em “soft opening”, sem muito alarde, ela já amealhou algumas medalhas (2 de prata e 1 de bronze). Um grande feito para um produto que sequer tem 1 ano de vida, mas desde já mostra que tem berço.
O responsável pelo feito é Vicente Bastos Ribeiro, mestre cachaceiro da Fazenda Soledade, nome que já deve ser familiar para muitos pois são eles que produzem a Cachaça Nêga Fulô, que a maioria de vocês já conhece.
Ainda não provei, mas a julgar pelo bom gosto de sua garrafa e por sua “genealogia”, vem coisa boa por ai.
Clique AQUI para ver o resultado completo da categoria de cachaças do San Francisco World Spirits Competition 2010.
Ontem ví em horário nobre na TV aberta o comercial da Ypióca. Realmente fiquei muito feliz em ver uma das maiores marcas de cachaça do país presente em uma mídia de massa. Principalmente porque, como publictário que sou, sei que o investimento não foi pequeno. Produzir um filme com este padrão é caro e trabalhoso, e veicular isso em horário nobre é uma pequena fortuna.
Emfim, é muito bom saber que alguns produtores possuem capacidade financeira para esse investimento, e melhor ainda saber que seus executivos possuem visão para fazer isso. Seria muito fácil uma marca consagrada como a Ypióca, ficar sentada sobre o próprio sucesso e não fazer nada. Se acomodar.
Parabéns pela iniciativa. E pelo filme! (vejam abaixo)
Na revista Dinheiro Rural do mês de Julho saiu uma matéria falando sobre o Steve Luttman e sua cachaça Leblon. Alguns pontos da matéria são bem interessantes e endossam o que venho falando há algum tempo: que os Estados Unidos é o mercado potencial para os produtores de cachaça que tenham planos de distribuir sua produção internacionalmente, exportar.
O principal é que o mercado de cachaça nos Estados Unidos tem crescido assustadoramente, segundo a matéria, 400% em 4 anos ou seja, uma média de 100% ao ano. Um bom número, não acham? Vejam a cara de alegria dele na foto da matéria.
Outro ponto que merece destaque é a estratégia. Abrir mercado para a cachaça através da divulgação da caipirinha em bares e restaurantes para um público formador de opinião. Com a caipirinha ele pretende reproduzir a fórmula de sucesso que foi utilizada pelo rum há aproximadamente 10 anos, utilizando o mojito para divulgar a bebida, quando somente 10% dos norte-americanos conheciam o drink. Hoje são 85%. O números falam sozinhos.
Para ler a matéria completaclique AQUI ou na imagem abaixo.
I am a great lover of cachaça (of course!) and beer. Both individually and in combination. I love the contrast between the “warmness” of cachaça and a cold beer. But I couldn’t fail to be a little pride when I read an article in the newspaper Valor Econômico that pointed the fall in sales of the beer market and the growth of numbers of sales from the cachaça. And that, in the brazilian hot summer!
That cachaça is expanding markets is evident, but what caught my attention in this story is the growth of cachaça from the consumers of the C class, where the consumption of this spirit were believed as consolidated. But this isn’t what the numbers are saying, in counterpoint to the actual movement of Caninha, it’s sophistication, aiming the consumers of the A and B classes, more affluent and willing to pay a little more for high-quality products.
Click HERE to see the full field, or on the image above.
Sou um grande apreciador de cachaça (claro!) e cervejas. Tanto individualmente quanto em conjunto. Adoro o contraste entre o “calorzinho” da cachaça e a cerveja gelada. Mas não pude deixar de sentir uma ponta de orgulho da nossa branquinha quando lí uma matéria no jornal Valor Econômico sobre a queda das vendas no mercado da cerveja e o crescimento dos números da cachaça. E isso em pleno verão!
Que a cachaça vem ampliando mercados já é notório, mas o que me chamou a atenção nesta notícia é o crescimento da cachaça junto aos consumidores da classe C, onde o consumo de aguardentes já se julgava consolidado e, fazendo um contraponto com o altual movimento de sofisticação da caninha, que tem como “target” os consumidores da classes A e B, mais abastados e dispostos a pagar um pouco mais por produtos de qualidade superior.
Que venha o Inverno!
Clique AQUI para ver a matéria completa, ou na imagem acima.
The dates for the “3rd International Fair of Cachaça in Rio de Janeiro” in 2009 are confirmed. It’ll be held on July, between 16th to 18th, at the Mount Lebino Club in Rio de Janeiro. The site of the event is not yet updated, but in previous years the show has received a large public “eager” to hear the news of the major producers of spirits in the country.
The fair is now in its 3rd edition and has been consolidated as one of the main events of the sector. For more information, please contact the promoter of the show:
Hilda Gonçalves
FEICA – RIO – 2009
Free Solutions
R. Visconde de Inhaúma, 77 – 13 º andar
Centro – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 20091-007
TEL.: (21)2213. 2851
CEL.: (21)9419. 1415
Já está marcada a 3ª Feira Internacional da Cachaça do Rio de Janeiro 2009. Será de 16 a 18 de Julho no Clube Monte Líbano no Rio de Janeiro. O site do evento ainda não está atualizado, mas nos anos anteriores a feira recebeu um grande público “sedento” para conhecer as novidades dos principais produtores de aguardente do país.
A feira já está em sua 3º edição e vem se consolidando como um dos principais eventos do setor. Maiores informações com a promotora da feira:
Hilda Gonçalves
FEICA – RIO – 2009
Free Solutions
R. Visconde de Inhaúma, 77 – 13º andar
Centro – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 20091-007
TEL.: (21)2213. 2851
CEL.: (21)9419. 1415
I decided to start the year and post a funny and curious product I found on the network. This is a black cachaça. Yes, it’s black, opaque, dark. This is the site of Cachaça Cana Crioula (www.canacrioula.com.br). The site is even interesting, brings the history of the variety of the sugar cane, the reason of color, but has little information on what really matters, the cachaça. The most that they mention is the aging in oak and jatobá barrels – perhaps this gives the black color, if it is natural – and it is done in Porto Feliz – SP. Incidentally (distillation, fermentation, alcohol, time in the wood): nothing.
I’ve never tasted this before so, I can’t say whether it is good or bad, but I can say that it’s at least weird. There is a vodka with this feature, a black vodka, the Blavod – if I’m not mistaken. I have seen it in some stores and supermarkets and can say that I will never buy a black vodka. Cachaça then …
This may be a huge prejudice, but I still have my beliefs and my principles. It is curiosity.
Chears!
Feliz 2009!
Resolvi começar o ano de bom humor e postar um produto curioso que achei na rede. Trata-se de uma cachaça preta. Isso mesmo, preta, opaca, escura. Trata da Cachaça Cana Crioula (www.canacrioula.com.br). O site é até interessante, traz a história dessa variedade de cana, o motivo da cor etc, mas traz poucas informações sobre o que realmente interessa, a cachaça. O máximo que eles mencionam é o envelhecimento em tonéis de carvalho e de jatobá – talvêz dai a cor, se é que ela é natural – e que ela é feita em Porto Feliz – SP. De resto (destilação, fermentação, graduação alcoolica, tempo na madeira): nada.
Não provei a mardita, por isso não posso falar se é boa ou ruim, mas posso dizer que acho, no mínimo, esquisito. Existe no mercado uma vodca com essa característica, uma vodca preta, a Blavod – se não me engano. Já ví em algumas lojas ou supermercados e posso afirmar que eu jamais compraria uma vodca preta. Cachaça então…
Poder ser puro preconceito, mas ainda tenho minhas crenças e meus princípios. Fica a curiosidade.
Essa é mais uma informação que interessa mais aos produtores. No jornal O Estado de São Paulo de ontem (26/11) sai uma materia sobre o ganho de produtividade que agricultores que plantam cana, laranja e café, estão obtendo com a utilização de uma tecnologia chamada fertirrigação.
Segundo a matéria, uma lavoura de cana-de-açúcar pode chegar a produzir com essa tecnologia 156 toneladas/hectare, 42% a mais do que a média de produtividade de uma lavoura convencional. E isso sem a utlização de fertilizantes, o que para a produção de cachaça artesanal (orgânica ou não) é muito interessante. Outro ponto destacado é que com essa tecnologia, a renovação do canavial será feita em 18 anos, contra 8 anos em média na lavoura tradicional, aumentando consideravelmente a longevidade do canavial.
Clique aqui ou na imagem ao lado para ver a página com a matéria (pdf).
O Clube Mineiro da Cachaça divulgou hoje o resultado de uma pesquisa onde foram eleitas as 50 cachaças preferidas do apreciadores da boa cachaça mineira.
Abaixo a nota de divulgação. Obrigado ao Roberto de Moraes Santiago pelo envio.
AS PREFERIDAS DE MINAS
Após 50 dias de consulta aos seus 1.800 associados e a 2.500 personalidades diversas do “Mundo da Cachaça”, de Minas Gerais e de outros estados, o Clube Mineiro da Cachaça apresenta, pela segunda vez, a relação das 50 Cachaças Preferidas de Minas.
Foram apuradas, no total, 2.084 indicações. O Clube se limitou a relacionar, por ordem alfabética, as cachaças mais lembradas por este grupo seleto de apreciadores e conhecedores da cachaça mineira.
Não foi feita por parte do Clube qualquer avaliação de mérito quanto à qualidade das cachaças indicadas. Nosso objetivo, conforme informado desde o início, foi identificar as marcas mais lembradas ou, ainda, a “cachaça do coração” de cada um.
As cachaças não foram “ranqueadas” e foram excluídas as cachaças com menor número de indicações.
O Clube Mineiro da Cachaça sabe que, além das cachaças mais lembradas, apresentadas a seguir, um grande número de outras marcas, de excelente qualidade, ficou de fora da relação, simplesmente por não terem sido indicadas neste levantamento ou por constarem com menos de 8 indicações. Em outubro/novembro de 2009, faremos uma nova pesquisa.