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terça-feira, 17/03/2009
Yesterday I received an invitation to a Happy Hour to launch a special venue with cachaças Fulô (Nega Fulô and Fulô Jequitiba) of Diageo. This action performed with the bars Pirajá and Astor in Vila Madalena, aims to suggest and promote the consumption of cold iced cachaça. Therefore stored in a freezer at a temperature of 18 degrees below zero.

There is much I am an advocate of this form of consumption, as well as tasty, cold iced cachaça gets another texture and minimize the volatility of the drink, it turns even softer.Vincente, mestre cachaceiro the Fulô, know about his product and makes a recommendation: “Saved in the freezer, about 18 degrees below zero, the cachaça freezes and can go straight to the table. Served cold, has a more mild flavor and aromas are revealed little by little, to get a drink at room temperature.
I agree with Vincente and I think of fun to watch the evolution of cachaça as it is warming in the glass. Gradually the bouquet and the flavors will reveal themself and cachaça tell us its secrets and seduction. It is really pleasant. Mainly in combination of excellent cachaças and excellent restaurants (Astor and Pirajá), bothabove any reference in Sao Paulo night.
Click HERE or on image above to see the full release.
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Cachaças geladas Fulô
Locais:
Astor – R. Delfina, 163, Vila Madalena. Tel. (11) 3815-1364.
Pirajá – Av. Brigadeiro Faria Lima, 64, Vila Madalena. Tel. (11) 3815-6881.
Data: de 20.03 a 24.04
Valores (uma dose): Nêga Fulô Carvalho – R$ 7,00; Fulô Jequitibá – R$ 10,00
Petiscos (das fotos): Bolinho Carioca (abóbora com carne seca; 6 unidades) – R$ 17,00; Balcão de acepipes (mariscos e vôngoles, entre outras opções) – R$ 16,50 (3 variedades); R$ 27,00 (5 variedades).
Recebi ontem um convite para um Happy Hour de lançamento de uma ação das cachaças Fulô (Nega Fulô e Fulô Jequitibá) da Diageo. Ação realizada em conjunto com os bares Astor e Pirajá, na Vila Madalena, tem o objetivo de sugerir e difundir o consumo da cachaça gelada. Isso mesmo, guardada no freezer a uma temperatura de 18° negativos.

Há muito sou um defensor desta forma de consumo, pois ela faz a cachaça adquirir outra textura e ameniza a volatilidade da bebida, ou seja, ela fica ainda mais suave. O Vicente, mestre cachaceiro da Fulô, sabe das coisas e faz a recomendação: “Guardada no freezer, a cerca de 18 graus negativos, a cachaça não congela e pode ir direto para a mesa. Servida gelada, apresenta um sabor ainda mais suave e os aromas são revelados pouco a pouco, até a bebida chegar na temperatura ambiente”.
Concordo com o Vicente e acho até divertido prestar atenção nas evolução da cachaça conforme ela vai “esquentando” no copo. Aos poucos os aromas e sabores vão se abrindo e a cachaça vai sedutoramente revelando seus segredos. É realmente prazeroso. Principlamente nesta combinação de excelentes cachaças e locais (Astor e Pirajá) acima de qualquer suspeita e que são referência na noite paulistana.
Clique AQUI ou na imagem acima para ver o release completo.
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Cachaças geladas Fulô
Locais:
Astor – R. Delfina, 163, Vila Madalena. Tel. (11) 3815-1364.
Pirajá – Av. Brigadeiro Faria Lima, 64, Vila Madalena. Tel. (11) 3815-6881.
Data: de 20.03 a 24.04
Valores (uma dose): Nêga Fulô Carvalho – R$ 7,00; Fulô Jequitibá – R$ 10,00
Petiscos (das fotos): Bolinho Carioca (abóbora com carne seca; 6 unidades) – R$ 17,00; Balcão de acepipes (mariscos e vôngoles, entre outras opções) – R$ 16,50 (3 variedades); R$ 27,00 (5 variedades).
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sexta-feira, 06/02/2009
On today’s Weeknd Guide of the brazilian newsppaer O Estado de Sao Paulo, there is a cover article talking about cachaça. There are fifteen tips for getting started in the art of tasting cachaça and some places where we can find a good variety, plus a good ambience and good food. I was interviewed for the article where I gave tips on how to enjoy more your drink and other curiosities too.
It is not news that the popular media is increasingly giving more space for cachaça, which only certifies the public interest by “marvada”.
Click the image to access the pdf or the link below.
Click here for the pdf.
No Guia do Cardeno 2 (O Estado de São Paulo) de hoje, saiu com uma matéria de capa falando sobre a cachaça. São quinze dicas de como se iniciar na arte da degustação da branquinha e alguns locais onde podemos encontrar uma boa variedade, somada a um bom ambente e boa comida. Fui entrevistado para a matéria onde dei dicas de como degustar e outra curiosidades mais.
Não é de hoje que os grandes veículos de comunicação vem dando cada vez mais espaço para a cachaça, o que só atesta o interesse do público pela “marvada”.
Clique na imagem para acessar o pdf da matéria ou no link abaixo.
Clique aqui para acessar o pdf.
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quinta-feira, 18/12/2008
Many people believe that drinking cachaça in the summer does not make us fell good, that cachaça and beach do not mix. Well, this is a common mistake. There has its logic, but it is a mistake. How could the national drink, of a tropical country be cachaça, if it does not combine with the weather?
The quality of cachaça, when we drink it moderately and appropriately, resfreshs and balances the temperature of the body, leaving a pleasant sensation. Neither heat nor cold.
However, some people still can not find appropriate – I do not discuss. I Recommend for those people to experience other forms of drinking the cachaça. It may be in drinks or cocktails, ice or on the rocks ,”caipirinhas” of many different fruits – especially the exotic ones, finally, there are so many forms of consumption that is your imagination that will limit the possibilities.
My recommendation is a mix of caipirinhas and cocktails. Try to mixa juices to the recipe of traditional caipirinha with lime, or, do a caipirinha from star fruit and add a little Prosecco. Try, try, drink different! But drink cachaça.
Muitas pessoa acreditam que beber cachaça no verão não cai bem, que cachaça e calor não combinam. Pois bem, esse é um engano comum. Tem lá a sua lógica, mas é um engano. Como poderia a bebida nacional, de um país tropical, ser a cachaça se ela não combinasse com o calor?
A cachaça de qualidade, quando bebida moderadamente e de maneira adequada, resfresca e equilibra a temperatura do corpo, deixando uma sensação agradável. Nem calor nem frio.
Porém, algumas pessoas ainda podem não achar adequado – gosto não se discute. Para essas eu recomento que experimentem outras forma de beber a cachaça. Pode ser em drinks ou coqueteis, gelada ou “on the rocks”, “caipirinhas” de inúmeras frutas – principalmente as exóticas, enfim são tantas as formas de consumo que é a sua imaginação que vai limitar as possibilidades.
Minha recomendação é um misto de caipirinha e coquetel. Tente miturar um suco de fruta à receita da tradicional caipirinha de limão, ou ainda, faça uma “caipirinha” de carambola e adicione um pouco de Prosecco. Experimente, tente, beba diferente! Mas beba cachaça.
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quarta-feira, 12/11/2008
O Clube Mineiro da Cachaça divulgou hoje o resultado de uma pesquisa onde foram eleitas as 50 cachaças preferidas do apreciadores da boa cachaça mineira.
Abaixo a nota de divulgação. Obrigado ao Roberto de Moraes Santiago pelo envio.
AS PREFERIDAS DE MINAS
Após 50 dias de consulta aos seus 1.800 associados e a 2.500 personalidades diversas do “Mundo da Cachaça”, de Minas Gerais e de outros estados, o Clube Mineiro da Cachaça apresenta, pela segunda vez, a relação das 50 Cachaças Preferidas de Minas.
Foram apuradas, no total, 2.084 indicações. O Clube se limitou a relacionar, por ordem alfabética, as cachaças mais lembradas por este grupo seleto de apreciadores e conhecedores da cachaça mineira.
Não foi feita por parte do Clube qualquer avaliação de mérito quanto à qualidade das cachaças indicadas. Nosso objetivo, conforme informado desde o início, foi identificar as marcas mais lembradas ou, ainda, a “cachaça do coração” de cada um.
As cachaças não foram “ranqueadas” e foram excluídas as cachaças com menor número de indicações.
O Clube Mineiro da Cachaça sabe que, além das cachaças mais lembradas, apresentadas a seguir, um grande número de outras marcas, de excelente qualidade, ficou de fora da relação, simplesmente por não terem sido indicadas neste levantamento ou por constarem com menos de 8 indicações. Em outubro/novembro de 2009, faremos uma nova pesquisa.
| CACHAÇA |
CIDADE |
CACHAÇA |
CIDADE |
| Acuruy |
Itabirito |
Havana |
Salinas |
| Água da Bica |
Brumadinho |
Indiana |
Salinas |
| Áurea Custódio |
R. das Neves |
Isaura |
Jequitibá |
| Asa Branca |
Salinas |
Januária |
Januária |
| Bandarra |
Salinas |
Lua Cheia |
Salinas |
| Beija Flor |
Salinas |
Mandacaru |
João Pinheiro |
| Bendita |
Cataguases |
Mel de Minas |
R. das Neves |
| Bodocó |
Betim |
Monte Alvão |
Itatiaiuçu |
| Bueno Brandão |
Bueno Brandão |
Pendão |
Itatiaiuçu |
| Cachaça do Serro |
Serro |
Prosa e Viola |
Morro da Graça |
| Canarinha |
Salinas |
Providência |
Laginha |
| Chico Mineiro |
Paineiras |
Rainha das Gerais |
Curvelo |
| Claudionor |
Januária |
Rainha do Vale |
Belo Vale |
| Clube Minas |
Lagoa Santa |
Roxinha |
Abaeté |
| Coluninha |
Coluna |
Sabor de Minas |
Salinas |
| Cristalina |
Buenópolis |
Salinas |
Salinas |
| Cristalina do Picão |
Martinho Campos |
Século XVIII |
Cel. Xavier Chaves |
| Dama de Ouro |
Araçuaí |
Segredo de Araxá |
Araxá |
| Diva |
Divinópolis |
Seleta |
Salinas |
| Dona Beja |
Araxá |
Serra Morena |
Belo Vale |
| Erva Doce |
Salinas |
Tabaroa |
Bichinho |
| Ferreira |
Engenheiro Navarro |
Vale Verde |
Vianópolis |
| Freguesia do Carmo |
Prata |
Velha Aroeira |
Viçosa |
| Germana |
Nova União |
Velha Motinha |
Januária |
| Gota de Minas |
Ouro Preto |
Velha Serrana |
Serro |
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sexta-feira, 10/10/2008
Esta é uma dica para aqueles que apreciam uma boa cerveja. A Guinness vai promover na semana que vem, no dia 15, uma degustação de 3 cervejas, a Harp, a Killkenny e é claro, a Guinness, comandadas por ninguém menos que Fergal Murray, Master Brewer (mestre cervejeiro) da Guinness. Além da degustação haverá a harmonização das cervejas petiscos especialmente preparados pelo Chef Rodrigo Martins. Há a promessa de uma aula ensinado o “perfect serve” das cervejas e um brinde especial para o consumidor que comprovar que não foi de carro ao evento (direção responsável).
Só para lembrar, o evento é pago. Abaixo mais informações e o link para o release completo.
Degustação de Harp, Kilkenny e Guinness, com o mestre cervejeiro Fergal Murray
Data: quarta-feira (15.10)
Horário: às 20h
Valor: R$ 70,00
Local: Frangó (Largo da Matriz Nossa Senhora do Ó – Freguesia do Ó, 168)
Telefone para reservas: 3932-4818
→ Master Brewer de Guinness comanda degustação no Frangó (release)
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quarta-feira, 20/08/2008
Ontem, revisando alguns emails achei uma notícia já um pouco antiga, de abril, que inexplicavelmente deixei passar sem publicar aqui. É sobre a competição anual de bebidas destiladas de São Francisco 2008 (The San Francisco World Spirits Competition 2008). A competição aconteceu no tradicional Mandarin Oriental Hotel, em São Francisco, Califórnia, nos dias 15 e 16 de março. Mais de 800 marcas de 63 países participaram, o que torna esta competição a maior das Américas.

As surpresas desta edição são a ausência das grandes aguardentes industriais como 51 e Pitú, a presença cada vez maior das cachaças artesanais como a Água Luca, Cuca Fresca e Weber Haus Silver, que merecidamente ganhou o prêmio “Best in Show – White”, ou seja, foi eleita a melhor bebida na categoria de “destilados brancos” dentre todos os participantes da competição, concorrendo com rums, vodkas, grappas e outros destilados, merecendo o reconhecimento especial do júri juntamente com o Highland Park 12 year old Single Malt Scotch – Best in Show Whiskey; o Loujan 1979 Armagnac – Best in Show Brandy; e o Domaine de Canton Ginger Liqueur – Best in Show Liqueur.
Mais uma vez vou citar e chamar a atenção dos produtores e distribuidores para o espaço que a cachaça vem adquirindo no mercado americano. Espaço este que não está sendo devidamente ocupado uma vez que ainda é extremamente difícil encontrar boas cachaças em bares, restaurantes e “liquor stores” em solo norte-americano.
Abaixo segue uma relação completa da categoria “White Spirits – Cachaça”.
The San Francisco World Spirits Competition 2008 – White – Cachaça:
- Double Gold Medal: Best of Show – White Spirits, Weber Haus Silver Cachaça, Brazil [40%]
– Double Gold Medal: Cuca Fresca Cachaça, Brazil [40%]
– Double Gold Medal: Bossa Cachaça, Rio de Janeiro, Brazil [40%]
– Gold Medal: Água Luca Cachaça, Brazil [40%]
– Gold Medal: Leblon Cachaça, Brazil [40%]
– Gold Medal: Fulô 1827 Cachaça, Brazil [40%]
– Silver Medal: Cachaça 21 Cachaça, São Paulo, Brazil [40%]
– Silver Medal: Dona Carolina Cachaça, Brazil [40%]
– Silver Medal: Moleca Silver Cachaça, Rio de Janeiro, Brazil [40%]
– Silver Medal: Ypióca Cachaça Ouro, Brazil [39%]
– Silver Medal: Ypióca Cachaça Prata, Brazil [39%]
– Silver Medal: Cuca Fresca Pura Gold Cachaça, Brazil [40%]
– Silver Medal: Guapiara Cachaça, Prata, Brazil [40%]
– Silver Medal: Sagatiba Cachaça, São Paulo, Brazil [40%]
– Bronze Medal: Moleca Gold Cachaça, Rio de Janeiro, Brazil [40%]
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terça-feira, 12/08/2008
Sexta passada fui convidado para conhecer o cardápio harmonizado de cachaças Fulô e entradas a base de frutos do mar criado pela competente chef Bella Masano, do restaurante Amadeus, em São Paulo. Posso dizer sem nenhuma dúvida que foi uma noite mágica, e que fiquei muito feliz em ver a cachaça tratada como merece, uma bebida sofisticada, sem frescuras e digna de frequentar as melhores rodas gastronômicas. Ponto para a Diageo, que percebeu essa característica e está promovendo ações para introduzir a cachaça para um público de formadores de opinião.

Outra coisa que me deixou contente foi conhecer o Vicente Bastos Ribeiro, mestre cachaceiro das cachaças Fulô, que além de saber o que faz, é uma pessoa muito agradável e simpática. Conversamos um pouco e se pudéssemos teríamos entrado a madrugada falando sobre cachaça, mercado, harmonizações, etc, etc, etc.
O cardápio criado pela chef Bella Masano é digno de aplausos. É para se comer de joelhos. Pela primeira vez alguém conseguiu captar as características de cada uma das cachaças e criar entradas que harmonizaram à perfeição com as bebidas. A degustação começou pela caipirinha de Fulô Jequitibá com frutas cítricas – caju, limão-cravo e tahiti, tangerina e carambola, com o copo bordeado com pimenta piquin mexicana, que foi harmonizada com ostras frescas combinando o frescor das ostras com o cítrico das frutas. Depois passamos para o bolinho de bacalhau com cachaça Nega Fulô, combinação que dispensa maiores comentários, clássica e com os bolinhos bem equilibrados com a aguardente envelhecida em carvalho.
A terceira entrada foi um Ceviche de Robalo com Fulô Jequitibá. Neste prato a utlização de brotos de coentro, faz sua presença mais sutil, o que combinado com a pungência do álcool, ressalta os sabores cítricos – do ceviche e da cachaça.
Seguiu-se o jantar composto por 2 pratos: Camarão gigante, aspargos e cogumelos braseados com azeites aromatizados, e Rã ao parmesão com ervilhas frescas, ambos acompanhados por vinhos Navarro Correas, um Sauvignon Blac e outro Malbec, respectivamente.
Como sobremesa a chef criou um Brownie recheado com geléia de damascos, coberto com lascas de chocolate e da própria fruta, que foi acompanhado da Fulô Pau-Brasil. Desta vez as característivas exóticas desta cachaça, combinaram magnificamente com o sabor do damasco, fazendo um ótimo contraponto ao leve doce do brownie. O sabor levente amargo – lembrando os melhores “bitters” – e picante da Fulô Pau-Brasil mostrou-se perfeito para acompanhar sobremesas. Porém, não é uma bebida simples, quando degustada pura mostra um personalidade forte, recomendada para “iniciados”.
Para finalizar a noite, fomos presenteados – a pedido do Vicente – com uma degustação cega de cafés, todos Nespresso, que também combinaram perfeitamente com a Nêga Fulô. Amém.
Para vocês fica somente um conselho: CORRAM! pois só vai até o dia 15!
Fulô no Amadeus, por Bella Masano
De 08 a 15 de agosto
Endereço: Rua Haddock Lobo, 807
Telefone para reservas: (11)3061-2859
- Degustação de três entradas com cachaças Fulô (R$ 60,00):
Ostras frescas com caipirinha de Fulô Jequitibá
Bolinhos de Bacalhau com Nêga Fulô
Ceviche de Robalo com Fulô Jequitibá
Brownie com sotaque austríaco com Fulô Pau-Brasil (R$ 28,00)
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quinta-feira, 24/07/2008
Hoje me deparei com uma notícia no portal cybervida, sobre as cervejas mais caras do mundo. Realmente os preços são exorbitantes, porém as cervejas dever ser fantásticas. Não tive a sorte de provar nenhuma delas, porém já tomei outras cervejas da Samuel Adams, a Samuel Adams Boston Ale, que é uma Ale clássica porém um pouco mais refinada (segundo o produtor). Possui toque de caramelo maltado combinado com especiarias. Muito boa.
Outro ponto que chama a atenção, além dos preços, é o cuidados com as embalagens. Uma vem numa caixa de madeira, a outra tem uma garrafa de cobre e outra, um pouco mais simples, uma garrafa com tampa.
Abaixo as informações.

Vielle Bon Secours
Esta é a cerveja mais cara do mundo, custa aproximadamente US$ 1.000,00 a garrafa, o que vai dar um custo de aproximadamente US$ 300 a tulipa. Ela só pode se encontrada em um bar chamado Bierdrome, em Londres.

Samuel Adams’ Utopias
Esta cerveja é feita pela Boston Beer Company utilizando o nome de um dos pais do Estado Norte Americano, Samuel Adams. Ela está em segundo lugar na lista das cervejas mais caras do mundo ao custo de US$ 100 por garrafa de 700ml, ou, US$ 50 a tulipa. Ela é vendida em embalagens de cobre que lembram os fermentadores que são utilizados há centenas de anos por cervejeiros.
Seu índice alcoólico é de 25%, tornando-a a cerveja mais forte do mundo (listada no livro Guinness de Recordes). O processo de fazer esta cerveja pode levar até 12 anos, dando a ela ricos sabores. Diz-se que a produção é limitada à 8.000 garrafas por ano.

Tutankhamen Brew
A receita com que esta cerveja é feita é baseada em um método descoberto por um time de arqueologistas/egiptologistas da Universidade de Cambridge no Templo do Sol, da Rainha Nefertiti, no Egito. Acredita-se que a fermentadora encontrada em uma das quinas do templo foi feita pelo Rei Akhenaton, pai do Rei Tutancâmon. Era neste local também que os Rei e a Rainha faziam seus rituais de adoração.
Os arqueologistas procuraram auxílio de cervejeiros escoceses, e a cerveja é feita no laboratório da Universidade de Cambridge, ao custo de US$ 52 por garrafa. A produção é limitada e numerada.
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segunda-feira, 14/07/2008
Tive o prazer de ser convidado para comandar a degustação que foi realizada para a imprensa no lançamento da Ypióca 160. É gratificante ver uma empresa com mais de 160 anos de história manter-se na vanguarda do mercado lançando produtos pioneiros como a Ypióca 160, uma iniciativa inédita no mercado, pois apesar de termos vários produtos que misturam outros ingredientes com a cachaça, normalmente frutas ou mel, nenhum outro possui o conceito e a sofisticação de um produto composto com maltes importados.
Quando fui apresentado à Ypióca 160 minha primeira reação foi de surpresa, e confesso que um pouco de desconfiança, mas bastou me apresentarem a garrafa que as dúvidas foram se esvaindo. A garrafa preta com letras douradas se impõe, transmite a sofisticação que uma cachaça premium exige.
Para fazer a prova, optei por consumir a bebida gelada, como recomenda o produtor, afinal ninguém melhor que ele para saber como tirar o máximo deste néctar. Minha primeira impressão foi de uma aguardente fina, transparente, com uma bonita cor amarelo ouro. Seus aromas amadeirados lembram o chocolate, a avelã e um pouco de vinho do porto. Seu sabor frutado remete para reminiscências de bolo inglês com toques de nozes e tabaco seco, o que é característico dos melhores maltes escoceses.
Só me resta deixar os parabéns pelo excelente produto e pelo pioneirismo na produção de uma cachaça que tem qualidade e atributos para agradar até os mais radicais adeptos do uísque. Eu gostei.
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quarta-feira, 18/06/2008
Na próxima semana acontece a 24ª Fispal Food Service, de 23 a 26 de junho de 2008 no Expo Center Norte em São Paulo (SP). Este ano vou fazer uma palestra em conjunto com o César Adames sobre as semelhanças e diferenças entre o consumo de charutos, cachaças e cafés. Será no dia 24/06 à partir das 18h20.
Será um bate papo onde vamos colocar as principais caracteríscas de cada um e explorar os pontos de contato entre eles, bem como as lacunas que devemos preencher.
Será um encontro agradável no 3º Espaço Café Brasil.
Para maiores informações sobre o evento e inscrições para as palestras, clique na imagem abaixo e veja a programação completa.

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