Saiu na última sexta-feira o guia “O Melhor de São Paulo” da Folha. São dois rankings, um é montado através de uma pesquisa realizada pelo Datafolha nas ruas da cidade e outro montado através da preferências de 100 personalidade (50 para bares e 50 para restaurantes). Tive o prazer de participar mais uma vez para eleger os melhores bares de São Paulo.
Conforme definiu o guia, o juri foi formado por “Fãs de clássicos. Assim são os botequeiros que participaram do júri neste ano. E que fique claro: nessa categoria se enquadram desde os afamados bares da Vila Madalena ao “tosco” e badalado Baixo Augusta. Veja, abaixo, quais foram os bares eleitos na capital paulista, em diversas categorias:”
Clique na aqui ou na imagem acima para acesso ao Guia.
No último domingo ví na Folha OnLine uma matéria falando da harmonização do chocolate com diversos tipos de bebidas, dentre eles a cachaça (http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u715201.shtml). O prof. Jairo fez algumas considerações que considero adequadas e outros especialistas falaram da harmonização com cervejas, vinhos, etc.:
Há algum tempo que observo a cachaça como acompanhamento de doces e sobremesas, e no caso do chocolate tenho lá minhas preferências. Apoio a tese da harmonização por contraste e além do que o Jairo fala na matéria, cachaça envelhecida harmonizada com o chocolate amargo, posso destacar mais algumas combinações que são, no mínimo, interessantes e dignas de uma degustação caseira:
Chocolate com Pimenta (Lindt Excellence Chili) + a Cachaça envelhecida em Carvalho;
Chocolate com menor teor de cacau (55%) + Cachaça branca;
Chocolate com laranja + Cachaça envelhecida em Jequitibá.
O fato é que é uma experiência marcante, e vai levá-lo a querer testar outras combinações, como um Strudel de maçãs com cachaça.
Olá pessoal, sei que passei alguns meses sem postar nenhuma nova informação. Um pouco de preguiça, um tanto de trabalho, outro tanto de tarefas do dia-a-dia que acabam consumindo mais tempo do que gostaríamos. Porém, nada que justifique. Por isso, desculpem-me.
Bem, nada mais propício do que voltar falando de festa! Principalmente de festas onde a diversão é o objetivo! A festa, neste caso, é um evento promovido pelas cachaças Fulô, neste sábado, no bar Pirajá.
Teremos direito a feijoada preparada pela Tia Surica, da Velha Guarda da Portela, roda de samba comandada pelo compositor e violonista carioca Moacyr Luz e a apresentação de uma “caipirinha” elaborada pelo Marcio Silva.
Impredível para que gosta de samba, comida e cachaça. Eu estarei lá!
Pré-Carnaval Fulô Confete
Data: sábado (06.01), a partir das 12h
Local:Pirajá - Av. Brigadeiro Faria Lima, 64, Pinheiros, São Paulo. Tel. (11) 3815-6881
Horário de funcionamento: 12h às 2h
Feijoada: R$ 44,50, para duas pessoas
Drinks Fulô Confete, Pierrô e Colombina: R$ 16,00 cada
A degustação no Festival da Pinga, que acontece entre os dias 20 e 23, em Paraty, vai muito além das doses das tradicionais cachaças dos sete alambiques da cidade. Os restaurantes preparam delícias que levam cachaça no ingrediente e os clientes ainda levam pra casa um mini-garrafa de presente.
No Bistrô Alquimia dos Sabores a pedida é frango indiano ao curry com bananas flambadas na cachaça.
No Margarida Café, os camarões vêm marinado em ervas flambados na cachaça, deitado sobre carpaccio de bananas douradas, acompanhado de creme de cangica dentro de folha de bananeira.
Já o restaurante Bistrô Brasil servirá como entrada ostras flambadas na cachaça e, para prato principal, os visitantes poderão escolher entre duas opções, entre elas, uma lula acompanhada de arroz sete grãos com legumes flambados na cachaça.
Os demais restaurantes da cidade também preparam pratos típicos caiçaras, como a comida de tropeiro e o camarão casadinho.
Durante um bom papo em uma mesa de bar, é comum indicarmos para os amigos aquele lugar que serve a melhor feijoada da cidade. Algumas vezes com conhecimento de causa e outras por puro achismo ou simplesmente porque simpatizamos com o local.
Pois agora chegou o momento de indicarmos “oficialmente” a nossa preferência. A cachaças Fulô está lançando o I Prêmio Fulô Eu Amo Feijoada. Durante 50 dias, 10 bares e 10 restaurantes previamente classificados vão submeter seu prato ao crivo do mais importante dos críticos. Você!
Isso mesmo, de 23/05 a 11/07, após provar, você poderá dar uma nota de 0 a 10 para sua feijoada predileta através do site – www.euamofeijoada.com.br – ou ainda nos formulários distribuídos nos estabelecimentos participantes. Todos concorrentes foram pré-selecionados pelo crítico gastronômico Josimar Melo, e durante os 50 dias de votação oferecerão ao público degustações das cachaças Fulô – Nêga Fulô e Fulô Jequitibá, além de pocket shows de chorinho para dar um clima.
Os participantes são: Antiquarius, Baby Beef Rubaiyat, Beth Cozinha de Estar, Bolinha, Consulado Mineiro, Dinho’s, Feijoada da Bia, Feijoada da Lana, La Tambouille e Tordesilhas, entre os restaurantes e, A Lapinha, Camará, Canto Madalena, Dona Felicidade, Filial, Genuíno, Pé pra Fora, Pirajá, Valadares e Veloso, representando os bares. Cá comigo: a briga vai ser boa.
O juri conta ainda com uma equipe de experts formado pelo curador do Prêmio, por Edgard Scandurra, músico, gourmet e restauranteur; Sergio Arno, chef e empresário e Vicente Bastos Ribeiro, mestre cachaceiro de Fulô.
Visite o site, lá você encontrar todos os participantes além das dicas de como fazer para avaliar sua feijoada e diferenciar uma da outra. São textos do própio Josimar, que vai explicar o preocesso passo a passo para você.
Foi ao ar no dia 5 uma participação que fiz no programa Muito Mais, da Tv Ideal, com a apresentadora Laura Wie. O tema do programa era a Boa Mesa Brasileira, para isso ela conversou sobre a comida brasileira com o Chef Francisco Rebelo, do restaurante Cordel da Vila. Falou sobre cafés com a barista Isabela Raposeiras e provou uma legítima cachaça mineira comigo no Bar Filial, também na Vila Madalena.
On today’s Weeknd Guide of the brazilian newsppaer O Estado de Sao Paulo, there is a cover article talking about cachaça. There are fifteen tips for getting started in the art of tasting cachaça and some places where we can find a good variety, plus a good ambience and good food. I was interviewed for the article where I gave tips on how to enjoy more your drink and other curiosities too.
It is not news that the popular media is increasingly giving more space for cachaça, which only certifies the public interest by “marvada”.
Click the image to access the pdf or the link below.
No Guia do Cardeno 2 (O Estado de São Paulo) de hoje, saiu com uma matéria de capa falando sobre a cachaça. São quinze dicas de como se iniciar na arte da degustação da branquinha e alguns locais onde podemos encontrar uma boa variedade, somada a um bom ambente e boa comida. Fui entrevistado para a matéria onde dei dicas de como degustar e outra curiosidades mais.
Não é de hoje que os grandes veículos de comunicação vem dando cada vez mais espaço para a cachaça, o que só atesta o interesse do público pela “marvada”.
Clique na imagem para acessar o pdf da matéria ou no link abaixo.
Foi na tarde de ontem, um tradicional domingão paulistano, que fui ao lançamento do 1º Clã Guinness Oyster Festival. Elaborado pelo chef Cassio Machado do restaurante Balneário das Pedras, em Pinheiros. O restaurante, tem um proposta moderna e parece saído das telas do filme Sex and The City, realmente é o ambiente que seria frequentado por Carrie Bradshaw e suas amigas.
A combinação entre ostras frescas e cerveja não chega a ser uma grande novidade, porém harmonizar cervejas tipo stout (Guinness), lager (Harp) e red ale (Kilkenny) com molhos diversos e ostras frescas, mostrou-se uma combinação muito feliz – para minha surpresa, devo confessar.
Acreditava que uma stout, encorpada e com amargor pronunciado, iria sobrepujar completamente o sabor delicado das ostras. Porém a cremosidade da cerveja harmonizou perfeitamente com o sabor de mar das ostras, destacando o frescor e a combinação com os molhos.
Dentre os molhos servidos posso destacar três: o de azeite com azeitonas, que combinou perfeitamente; o de azeite com pimenta rosa – a pimenta temperou um pouco a combinação ostra + cerveja; e o de azeite com alecrim – acredito que este dispensa maiores comentários, pois o alecrim – normalmente associado a carnes – casou muito bem com a proposta. A combinação negativa fico por conta da farofa de linguiça, que matou totalmente o sabor das ostras.
Isso tudo acompanhado por um tradicional pint de Guinness. Curioso para saber como fica uma red ale com ostras? Bem, faça seu teste e me conte aqui!
Resolvi escrever este post por que é sexta-feira, e sei que como eu, alguns de vocês gostam de pilotar o fogão aos finais de semana. Esta receita saiu no Paladar de ontem (3 de julho) e achei interessante pois a cachaça aparece de uma forma diferente da que estamos acostumados a ter nas receitas tradicionais. Ela não entra no molho e tão pouco para flambar alguma coisa. Ela entra quase que como um elemento decorativo do prato, sob a forma de “espuma de caipirinha”.
Clique na imagem e abra o pdf da receita. Bom apetite!
P.S.: Se alguém se aventurar a preparar este prato, por favor comente o resultado. Obrigado.